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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

As previsões dos astros para 2012

Sempre na virada de ano é comum as mídias divulgarem a previsão dos astros para o novo ano que se inicia. Muita gente quer saber o que o futuro reserva para as celebridades, ou para o seu time de futebol, ou para si mesmo. Há quem não saia de casa sem antes consultar seu horóscopo. Essas pessoas acreditam que planetas e estrelas exercem influência sobre os acontecimentos humanos. Desejam saber o que “dizem os astros” sobre a saúde, o amor e as finanças.

Os astrólogos, baseados no Zodíaco – um círculo imaginário que divide em 12 partes iguais o curso do Sol ao redor da Terra no espaço de 12 meses – afirmam que suas 12 constelações (Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes) exercem influência sobre o destino e o caráter das pessoas de acordo com a data de seu nascimento que teria relação com o período do seu signo correspondente. Mas será isso uma verdade ou uma fraude?

Os astrólogos gostam de dar um caráter científico à suas crenças. Dizem que a Astrologia é a ciência do estudo dos astros para se saber o que estes dizem sobre o futuro das pessoas. Porém, como é sabido no meio científico, a Astronomia e a Psicologia não consideram a Astrologia uma ciência. Pelo contrário, aquelas referidas ciências não confirmam nenhuma das influências atribuídas aos astros conforme acreditam os astrólogos.

Realmente, há eventos que ocorrem na humanidade que colocam em xeque a Astrologia e revelam sua falsidade. Como explicar, por exemplo, que centenas de pessoas que morreram num desastre de avião eram de signos diferentes? Não deveriam ser todas do mesmo signo? Por que pessoas que nascem no mesmo dia e na mesma hora têm destinos e caráter diferentes? Por que os astrólogos não conseguem fazer a previsão da própria morte? São perguntas que não podem ser respondidas à luz da lógica e da verdadeira ciência.

Deus, em sua Palavra, condena clara e enfaticamente toda forma de adivinhação. Aos israelitas que estavam prestes a tomar posse de Canaã, Deus ordenou: “Não ofereçam os seus filhos em sacrifício, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O Senhor Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas e por isso mesmo está expulsando da terra esses povos, enquanto vocês vão tomando posse dela. Em todas as coisas sejam fiéis ao Senhor, nosso Deus” (Dt 18:10-12). Antes, Deus já havia dito: “Não procurem adivinhar o futuro, nem façam feitiçarias” (Lv 19:26).

O profeta Isaías que viveu cerca de 700 a.C., ao profetizar a queda da Babilônia, demonstra o pensamento de Deus a respeito das práticas adivinhatórias da Astrologia: “Apesar de todos os conselheiros que tem, você não poderá escapar. Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizer, todos os meses, o que vai acontecer com você. Pois eles são como palha; o fogo os destruirá, e eles não poderão se salvar...” (Is 47:13, 14a). Deus fala dessa maneira por dois motivos: primeiro, porque os astros não podem influenciar a vida de ninguém. Segundo, se alguém pretende ser guiado pelos astros, não seria melhor deixar-se guiar por Aquele que os criou? Não é o Criador maior que sua criação? Sim, certamente Deus é maior!

Ora, e as previsões para 2012? Bem, as “previsões” para o ano novo dependerão de como nos relacionaremos com Deus. O Criador coloca perante nós o caminho da vida e o caminho da morte. Qual vamos escolher? Ele diz: “Se atentamente ouvires a voz do Senhor, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, o Senhor, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra... Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão...” (Dt 28:1, 15).

Jesus, semelhantemente, na parábola dos dois fundamentos declarou: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína” (Mt 7:24-27).

Em outras palavras, se de coração obedecermos a Deus, podemos “prever” que teremos uma vida feliz, próspera e abençoada. Porém, é previsível que os que andam distantes da vontade de Deus sempre se colocam em “maus lençóis”. Esta é a “previsão” mais certa e segura que alguém pode fazer...

sábado, 24 de dezembro de 2011

É Natal... Mas cadê Jesus?

No dia 25 de Dezembro comemora-se o nascimento de Jesus, dia festivo que chamamos de Natal – se bem que não se sabe ao certo o dia que Jesus nasceu (o que importa mesmo é que ele nasceu!). Mas o curioso é que aquele que deveria ser o dono da festa acaba passando despercebido aos olhos de todos...

Entra em cena o Papai Noel – diga-se São Nicolau – as renas, a árvore de Natal toda enfeitada, as guirlandas penduradas nas portas, as luzes aos milhares fazendo brilhar casas e ruas, as comidas e bebidas postas à mesa sempre em quantidade exagerada, e os presentes lindamente embrulhados. À meia-noite, na entrada do dia 25 de Dezembro, os fogos iluminam os céus e as pessoas se abraçam dizendo umas às outras: “_Feliz Natal!”, mas sem refletir sobre seu real significado. Então se pergunta: "Cadê Jesus, o dono da festa, em meio a tudo isso?".

Milhares de famílias reunidas para “comemorar o Natal” sequer farão menção de Jesus ou se lembrarão dele. É como irmos a uma festa de aniversário, comermos, bebermos, nos divertirmos, mas ignorarmos completamente o aniversariante, não indo cumprimentá-lo e saindo da festa sem lhe dirigir uma palavra sequer.

As centenas de filmes natalinos da indústria cinematográfica norte-americana – país de origem cristã – jamais citam o nascimento de Jesus. Pelo menos, não conheço nenhum que o faça. Histórias bonitinhas – dramas, comédias e animações – que passam sempre uma mensagem de paz e harmonia entre os homens – o chamado “espírito de Natal” – mas que ignoram completamente a pessoa de Jesus.

Ao ignorar Jesus no Natal, as pessoas ignoram também o propósito do seu nascimento. Jesus não nasceu simplesmente para as pessoas comemorarem o seu dia natalício trocando presentes e festejando com muita comilança. Não! Devemos festejar o nascimento de Jesus porque ele nasceu para morrer. Morrer a nossa morte para vivermos a sua vida. Para isto ele veio. Veio para nos salvar. Foi isso que o anjo explicou para José: "José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mt 1:20, 21).

A manjedoura nada significa sem a cruz. A manjedoura que embalou Jesus aponta para a cruz na qual Jesus levou sobre si todos os nossos pecados oferecendo a Deus Pai um perfeito sacrifício. Por isso, somente os que amam Jesus e andam com Ele conhecem o verdadeiro sentido do Natal.

O Natal não é o Papai Noel, as renas, o presépio, as luzes... O Natal é Jesus nascendo para morrer em nosso lugar. Morrendo a nossa morte para nos dar a sua vida eterna. A manjedoura é o prenúncio da salvação que Jesus veio nos trazer. Esta é a razão das palavras do anjo que foi enviado para alguns pastores de Belém quando Jesus nasceu:

“– Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês – o Messias, o Senhor! Esta será a prova: vocês encontrarão uma criancinha enrolada em panos e deitada numa manjedoura” (Lc 2:10-12).

Mas a salvação que Jesus tem para dar é somente para os que creem em Cristo. Não é para os que não creem em Jesus. Não é para os que zombam de Jesus. Não é para aqueles que trocam Jesus por outra divindade ou até tentam “servir a dois senhores”. A salvação em Cristo – e esta é a verdadeira mensagem do Natal – é somente para os que entregaram verdadeiramente suas vidas a Deus pela fé em Jesus Cristo, o Deus Filho que veio do Pai para nascer, morrer e ressuscitar ao terceiro dia.

Sim, o Jesus que nasceu, morreu, agora também está vivo! Por isso, podemos entoar o cântico que milhares de anjos cantaram quando Jesus nasceu: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lc 2:14).

Por isso, Papai Noel, tire o seu gorrinho, saia de mancinho, e dê licença para Jesus passar, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o nosso amado Salvador!

A Deus, e somente a Ele, seja a glória!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Jesus nos dá pastores... limitados e imperfeitos...

Se as famílias dão à igreja de Cristo as crianças, os adolescentes, os jovens e os casais, é o próprio Jesus que, por sua vez, concede os pastores à sua igreja. Paulo diz claramente que Jesus “... concedeu (à Igreja) uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4:11).

Bíblica e teologicamente falando, os pastores são os homens (sim, os crentes do sexo masculino) divinamente chamados, vocacionados e levantados por Jesus para pastorearem o seu rebanho. Paulo diz em sua carta aos efésios (4:11-16) que os pastores são colocados por Jesus em sua Igreja para o cumprimento de vários propósitos: o crescimento espiritual do rebanho; proteção contra falsos pastores e falsas doutrinas; desenvolvimento ministerial de cada cristão; cooperação entre os membros da igreja.

Portanto, não é qualquer um que pode ser um pastor na Igreja de Cristo. Além da chamada divina, é necessário que o candidato ao pastorado satisfaça todas as qualificações exigidas por Deus no Novo Testamento (I Tm 3:1-7; Tt 1:5-9). Caso contrário, estará desqualificado para exercer tão nobre ofício.

Porém, mesmo os chamados por Deus e qualificados para o pastorado, são homens imperfeitos, sujeitos a falhas e erros. Quem espera perfeição de seus pastores está redondamente equivocado. Tem gente que vai mais além: cobram também perfeição da esposa do pastor e de seus filhos. Isto é uma violência psicológica e um terrorismo religioso contra o pastor e sua família. Conheço pastores e famílias machucados, feridos por causa de cobranças injustas e desumanas. Por isso, há pastores que enfrentaram o divórcio e perderam seus filhos para o mundo sem Deus.

O pastor não é um super-homem, não é um ser “mítico” (embora alguns pastores gostem de se apresentar dessa forma – nesse caso, coitado deles e das pessoas que lideram!). O pastor, embora seja uma autoridade espiritual, é um ser humano como outro qualquer que possui limitações físicas, emocionais e espirituais.

O pastor se cansa, se fadiga. Por isso, precisa descansar. O pastor chora, se entristece, se angustia, sente medo, fica irado algumas vezes... O pastor depende de Deus, de sua graça, amor e poder... Por isso, precisa orar, se santificar, ler a Bíblia como qualquer outro crente...

O pastor não é “onipotente” e “onipresente”. Estes são atributos exclusivos de Deus. Não está nas mãos do pastor resolver todos os problemas das ovelhas que Jesus confiou a ele. O pastor não tem esta capacidade, pois ela é exclusiva de Deus. O pastor também não é “onisciente”. A onisciência é uma prerrogativa somente do Senhor Deus. O pastor não tem todas as respostas para todas as dúvidas das pessoas, pois possui limitações intelectuais e espirituais como qualquer outro.

Dias atrás um amigo me mandou um e-mail contendo os dez mandamentos para o pastor cristão (infelizmente, sem citação do autor). Quero compartilhar quatro desses mandamentos com vocês:
Não amarás mais sua igreja do que sua família. Infelizmente encontramos pastores que canalizam mais o seu amor e atenção à igreja, esquecendo-se de sua família.

 
Nunca deixe de tirar férias com sua família. Tem pastor que se orgulha em dizer para a igreja que há anos não tira férias com a família. É um coitado, ele e a família...

 
Mostre sempre para a igreja que você também é marido e pai. A igreja precisa entender de que como marido e pai o pastor não vai ter condições de participar de todos os cultos e reuniões da igreja. O pastor precisa ter coragem para dizer à sua igreja que num determinado sábado sairá para jantar com sua esposa.

 
Jamais passe para a igreja que você tem um casamento e uma família perfeita.


Termino com dois conselhos de Deus. Primeiro, para os cristãos em geral: "Obedeçam aos seus líderes (pastores) e sigam as suas ordens, pois eles cuidam sempre das necessidades espirituais de vocês porque sabem que vão prestar contas disso a Deus. Se vocês obedecerem, eles farão o trabalho com alegria; mas, se vocês não obedecerem, eles trabalharão com tristeza, e isso não ajudará vocês em nada" (Hb 13:17).

O segundo conselho é o dado por Pedro aos pastores: “Aconselho que cuidem bem do rebanho que Deus lhes deu e façam isso de boa vontade, como Deus quer, e não de má vontade. Não façam o seu trabalho para ganhar dinheiro, mas com o verdadeiro desejo de servir. Não procurem dominar os que foram entregues aos cuidados de vocês, mas sejam um exemplo para o rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória” (I Pd 5:2-4).

Pela fé e esperança em Cristo, o meu Sumo Pastor, aguardo esse dia chegar...

sábado, 17 de dezembro de 2011

As famílias nos dão casais

O primeiro casal – Adão e Eva – foi criado por Deus. Essa é uma das razões pelas quais Deus ama o casamento. Infelizmente, no mundo em que vivemos, o divórcio é algo comum e corriqueiro em nossa sociedade. Hoje em dia, mais difícil que conseguir casar, é permanecer casado.

Deus, através do profeta Malaquias, é enfático sobre o que pensa a respeito do divórcio: “Eu odeio o divórcio; eu odeio o homem que faz uma coisa tão cruel assim. Portanto, tenham cuidado, e que ninguém seja infiel à sua mulher” (Ml 2:16). Deus pensa assim, pois o divórcio é a morte de uma família que traz prejuízos para todos os envolvidos: marido, esposa e filhos.

Em razão disso, a igreja de Cristo trabalha para promover a manutenção do casamento. Porém, é verdade que manter um casamento não é algo tão fácil, principalmente quando se encontra em crise, mas é algo plenamente possível se estivermos dispostos a fazer a vontade de Deus, amando, perdoando, pedindo perdão e se arrependendo a cada dia no relacionamento conjugal...

A manutenção de um casamento não se dá com viagens, roupas ou presentes caros. Dá-se com pequenos gestos diários de amor, carinho, perdão, renúncia pessoal, serviço e compreensão mútuos. Precisamos dessas atitudes diárias porque não existem casais perfeitos, não existem maridos e esposas perfeitos, por mais dedicados a Deus que possam ser.

São casais imperfeitos que as famílias dão à igreja de Cristo. Porém, quando tais casais colocam diariamente em prática aqueles pequenos gestos de amor em seus casamentos, além de construírem um relacionamento abençoado, estão também construindo uma igreja abençoada. Casais espiritualmente e emocionalmente fortalecidos formam igrejas fortalecidas.

E não somente isso, mas também se tornam “sal da terra e luz do mundo” (Mt 5:13-16) no sentido de exercerem influência positiva no mundo em que vivem por causa da presença de Jesus em suas vidas. Um casal que nutre um relacionamento íntimo com Jesus Cristo dará “sabor” e “iluminará” seu lar, seus filhos, sua vizinhança e este mundo insosso e tenebroso que vivemos.

Que Deus abençoe sua família e o seu casamento!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

As famílias nos dão os jovens

A fase da juventude é uma fase importantíssima da vida. É a fase em que fazemos as escolhas que determinará como será nosso futuro. É na juventude, por exemplo, que escolhemos nossa profissão e com quem vamos nos casar.

Ser jovem não é fácil, pois o jovem tem de enfrentar várias dificuldades. Pense bem, o jovem precisa escolher qual curso estudará na faculdade, embora nem sempre tenha maturidade para fazer tal escolha; tem que estudar feito um “louco” para passar no vestibular; tem a dificuldade de conseguir o primeiro emprego e ingressar no competitivo mercado de trabalho; uma vez trabalhando, tem de enfrentar o mundo profissional impiedoso que suga todo o seu tempo e suas energias; sofre tentando sobreviver às desilusões amorosas de namoros e noivados que não certo; luta para resistir às tentações sexuais de um mundo que gira em torno da apelação sexual; e precisa permanecer como Deus quer no namoro e no noivado... É, ser jovem não é fácil... Ser um jovem cristão menos ainda...

As famílias dão jovens à igreja de Cristo. Porém, às vezes, a igreja é impaciente com seus jovens. Cobram deles maturidade e experiência ainda não adquiridas. Não existe jovem crente perfeito... Mas todo jovem cristão, ainda que imperfeito, pode ser uma benção. A mente e o corpo dos jovens estão em seu mais perfeito estado (estão novinhos em folha!). Por isso João escreveu: “Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno” (I Jo 2:14).

Quando o jovem cristão busca a Deus de todo o seu coração, passa por experiências espirituais e descobertas ministeriais que jamais sairão de sua memória. Estas experiências Deus as usa para preparar e moldar o jovem para aquilo que Ele tem para toda sua vida.

Bem, concluo esta breve reflexão com o conselho de Eclesiastes aos jovens: “Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas”... “Lembre-se do seu Criador enquanto você ainda é jovem, antes que venham os dias maus e cheguem os anos em que você dirá: ‘Não tenho mais prazer na vida’” (Ec 11:9; 12:1).

Só isso. É o bastante.