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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A volta de Robinho e o primeiro amor

O assunto do dia nos noticiários esportivos é a volta de Robinho ao Santos Futebol Clube. Pelo o que temos ouvido, Robinho resolveu voltar da Inglaterra, onde estava esquentando o banco de reservas, abrindo mão de receber 6 milhões de reais no período de seis meses, apenas pelo gosto de jogar futebol e para não perder sua chance de disputar a Copa do Mundo na África do Sul como titular da seleção brasileira.

Robinho quando foi lançado no futebol profissional do Santos, ainda adolescente, jogava um futebol vistoso, cheio de ginga e paixão (para minha tristeza, ainda me lembro de suas pedaladas em cima do lateral corintiano Rogério na final do campeonato brasileiro de 2002. Coitado do Timão naquele dia!). Jogava não pelo dinheiro, mas pelo simples desejo de jogar futebol. Quando foi comprado pelos clubes da Europa, Robinho foi abandonando seu jeito irreverente de jogar. Tornou-se burocrático e pragmático com a "gorduchinha". Sempre soube como jogar, mas todo o contexto à sua volta - holofotes, fama, dinheiro, empresários e pressão das torcidas - fez com que perdesse aquilo que todos nós precisamos naquilo que realizamos: a paixão. Por isso ele voltou ao Brasil. Para reaver sua vontade de jogar e jogar com paixão e amor.

Como admirador do futebol (como todo bom brasileiro) e cristão, não pude deixar de comparar a atitude de Robinho, com o retorno ao primeiro amor, aquele primeiro amor exigido por Cristo à igreja de Éfeso no livro de Apocalipse. Assim como Robinho amadureceu e se tornou mais experiente nos gramados da Europa, mas perdeu a paixão de jogar, muitos cristãos após passado algum tempo de sua conversão à Cristo, adquiriram experiências, aprenderam a orar, a ler a Bíblia e a refutar falsas doutrinas, mas perderam o primeiro amor durante a caminhada.  

Assim eram os crentes  da igreja de Éfeso nos dias finais do apóstolo João. Sim, os cristãos daquela igreja tinham muitas qualidades e por elas foram elogiados pelo Senhor Jesus: "Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer" (Ap 2:2, 3). Todavia, tinham perdido o primeiro amor, e por isso foram admoestados pelo Senhor: "Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas" (Ap 2:4, 5).

Quão lindo e sublime é o primeiro amor! Aquela paixão por Cristo após termos encontrado nele a vida eterna e abundante! Aquele amor que nos impulsionava a falar de Cristo a todos que encontravámos. Aquele amor que nos lançava à oração independentemente das circunstâncias ao nosso redor. Aquele amor que nos conduzia às reuniões da igreja fizesse sol ou chuva. Aquele amor que arrancava lágrimas dos nossos olhos ao cantar para Deus ou ao ouvir a Palavra do Senhor. Quantos deixaram para trás este primeiro amor! Como é triste e melancólico perdê-lo! Quando isso ocorre, em nossa vida espiritual tornamo-nos como um jogador que entra em campo apenas para cumprir sua obrigação profissional. Nossa oração transforma-se em reza, nossa leitura da Bíblia é acompanhada de bocejos e olhos que fecham de sono, e as nossas idas à igreja tornam-se meramente uma obrigação religiosa.

Aos que perderam o primeiro amor talvez seja preciso renunciar algo ou abandonar alguma coisa que esteja tomando o lugar de Jesus em seus corações. Robinho, que ainda não é um cristão convertido a Cristo, abriu mão de milhares de reais para voltar a ser o que era em campo. Talvez muitos de nós também, precisemos abrir mão de muitas coisas que julgamos valiosas para reaver o tão precioso primeiro amor por Cristo.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Passa de mim este cálice


Horas antes de ser crucificado e momentos antes de ser traído por Judas, numa sexta-feira de madrugada, o Senhor Jesus fez esta oração no monte das Oliveiras: “Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lc 22:42).



Antes disso, alguns fatos haviam ocorrido entre Jesus e seus discípulos. Eles já tinham celebrado a páscoa no cenáculo em Jerusalém. Durante a refeição daquela páscoa, Jesus lavou os pés dos discípulos, dando uma lição de amor e serviço que deviam imitar. Naquela última páscoa, Jesus também instituiu a Ceia do Senhor, e deu suas últimas e várias instruções aos seus discípulos antes de sofrer o martírio da cruz. Era uma atmosfera de despedida.


Depois dessas coisas Jesus se dirigiu para o jardim do Getsêmani com os seus discípulos a fim de orar ao Pai, cujo acontecimento foi descrito acima. Para Jesus, aquele momento era de grande expectativa, pois estava se aproximando a hora em que seria traído e entregue para ser crucificado. Jesus sabia que para isso Ele havia vindo para este mundo: para morrer na cruz.


Jesus sabia que tudo o que tinha feito e experimentado até aquele momento em sua vida na terra – seu auto-esvaziamento de sua divindade, seu crescimento até a fase adulta, seu ministério, suas obras, seus milagres, sua Palavra – visava atingir um único propósito que iria se cumprir em poucas horas dali em diante: morrer na cruz para levar sobre si os pecados de todos os homens.


A narrativa de Mateus que é mais detalhista, nos revela que ao chegarem no Getsêmani, Jesus deixou oito discípulos num determinado lugar do jardim e avançou um pouco mais à frente com Pedro, Tiago e João. Mais adiante, Jesus deixou também os três num determinado lugar dizendo-lhes: “Ficai aqui e vigiai comigo”. E avançou um pouco mais a frente, sozinho, para orar ao Pai.


O Getsêmani era um jardim ou pomar de oliveiras, que ficava a leste de Jerusalém ao pé do Monte das Oliveiras. Jesus ia com freqüência ali para repousar, orar e ter comunhão com os seus discípulos. Mas naquele momento, aquele lugar havia se tornado um lugar de pavor e medo para Jesus. Sua agonia era causada pela expectativa das dores que sabia que iria sofrer na cruz e na sua morte sacrificial, que em poucos instantes iria ocorrer. Sabia que teria que enfrentar os espancamentos, a vergonha, as zombarias e a agonia da cruz.


Os evangelistas Mateus e Marcos nos dão idéia da agonia crescente que foi se instalando em nosso Senhor: Mesmo antes de começar orar, Jesus “começou a entristecer-se e angustiar-se” (Mt 26:37) ou “... a sentir-se tomado de pavor e de angústia” (Mc 14:33). Abriu seu coração para Pedro, Tiago e João dizendo-lhes: “A minha alma está profundamente triste até à morte...” (Mc 14:34). E quando se pôs a orar “prostrou-se sobre o seu rosto”, isto é, caiu rosto em terra (Mt 26:39). E Lucas descreve o momento mais dramático daquela hora: “E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra” (Lc 22:44). Estava começando a se cumprir o que foi profetizado por Isaías a respeito de Jesus: “... homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53:3).


Em meio àquela grande agonia, Jesus faz um pedido ao Pai: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia não seja como eu quero, e sim como tu queres” (Mt 26:39). O relato de Mateus diz que o Senhor Jesus pediu por três vezes ao Pai para que, se possível não sofresse as dores físicas e espirituais da terrível cruz.


Como explicar esse pedido de Jesus? Ele não veio justamente para ir à cruz? Jesus é o Eterno Deus. Mas para cumprir sua missão redentora o Deus Filho esvaziou-se de sua glória de Deus e tomou a forma humana quando se fez carne. E porque se fez homem, Jesus adquiriu a natureza humana, mas sem pecado. E foi a sua natureza humana que desejou não sofrer a terrível cruz. Jesus não estava preocupado somente com os sofrimentos espirituais que iria carregar na cruz por carregar todos os pecados do mundo. Estava também atemorizado pelo flagelo e espancamentos que iria sofrer na sua própria carne. Estava aterrorizado pelo terror da cruz.


Jesus como homem, possuía em certo sentido, os temores dos homens, embora nenhum temor tenha tido o poder de derrotá-lo. Jesus em tudo foi tentado. Suas tentações eram reais. Mas Jesus nunca caiu em nenhuma tentação, pois Ele é Deus. Mas como homem em tudo foi tentado. Como homem verdadeiro, diante dos sofrimentos que sabia que iria passar, Jesus sofreu as agonias e as crises que qualquer homem em seu lugar sofreria. Todavia, embora tivesse pedido: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice”, no seu íntimo, Jesus sabia que não poderia voltar atrás. Sabia muito bem que tinha vindo ao mundo justamente para ser batizado na morte e ressuscitar vitorioso ao terceiro dia.

O que Jesus sofreu por nós deve impactar a nossa vida, o nosso coração, operando uma revolução em todos os nossos níveis de relacionamento, tanto para com Deus quanto para com as pessoas, principalmente para com os irmãos em Cristo.


O sofrimento de Jesus fala de companheirismo e solidão. Jesus disse para Pedro, João e Tiago: “... ficai aqui e vigiai comigo” (Mt 26:38). Se até Jesus precisou na sua agonia de amigos, de ajuda, de ânimo e de consolação, quanto mais nós, pobres mortais. Mas os discípulos foram pegos dormindo (por três vezes!). Falharam no teste da fidelidade e do companheirismo. Não estavam entendendo a crise que Jesus estava passando. Muitas vezes, estamos rodeados de pessoas, mas nos sentimos sozinhos no meio da batalha. Somente nós mesmos sabemos o que realmente se passa dentro do nosso coração. Porém, os homens podem até nos frustrar, mas Deus nunca nos desampara nos momentos mais difíceis da nossa vida. Lucas relata que a Jesus “lhe apareceu um anjo do céu que o confortava” (Lc 22:43).


O sofrimento de Jesus fala de vigilância. Pedro, Tiago e João são figuras dos crentes que não possuem discernimento para perceber quando uma grande crise está para estourar. Não se prepararam vigiando e orando para que tenham forças para enfrentar a tempestade que se aproxima. E foi exatamente o que aconteceu com eles: após o aprisionamento e morte de Jesus, não tiveram estrutura emocional e espiritual para passarem por aquela grande adversidade. Mas Jesus, porque orou e vigiou na sua angústia, foi fortalecido, foi encorajado pelo Pai, para que prosseguisse em sua elevada missão, ainda que dolorosa: por meio de sua morte proporcionar a todos os homens o livre acesso a Deus.


O sofrimento de Jesus fala de fidelidade em meio ao sofrimento. Jesus sofreu em nosso lugar. Isso deve nos estimular e nos encorajar a suportar tudo por amor a Ele. No segundo século da Igreja, no ano 155, havia um bispo na cidade de Esmirna chamado Policarpo. Certa vez, obrigaram Policarpo a jurar pelo imperador romano e a amaldiçoar a Cristo, sob a ameaça de ser queimado vivo pela fogueira ou despedaçado pelas feras. Mas Policarpo respondeu: “Vivi 86 anos servindo a Jesus, e nenhum mal me fez. Como poderia eu maldizer ao meu rei, que me salvou?”. Então, Policarpo foi entregue para ser queimado vivo. Quando estavam a ponto de acender o fogo, com Policarpo já atado, ele elevou os olhos ao céu e orou em voz alta: “Senhor Deus Soberano, dou-te graças, porque me consideraste digno deste momento, para que, junto a teus mártires, eu possa ser parte do cálice de Cristo. Por isso te bendigo e te glorifico”. Para os padrões humanos e até cristãos de hoje em dia, Policarpo foi um fracassado, mas para os padrões de Deus, Policarpo foi um grande vencedor, por causa de sua fé e fidelidade incondicional a Jesus.


O sofrimento de Jesus fala de obediência. Jesus obteve vitória através da provação mais terrível, e sua vitória foi completa por causa de sua obediência. Ele orou ao Pai: “... não se faça a minha vontade, e sim a tua”. Nossa vitória também será completa se não nos desviarmos da vontade de Deus, se o obedecermos, mesmo que sua vontade à princípio exija nossa auto-renuncia e sofrimento.


O sofrimento de Jesus fala da identificação de Jesus com os nossos sofrimentos. Jesus se identifica com os que sofrem. Com os que estão aflitos. Com os que são tentados: “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4:15). Por isso, Ele vem nos socorrer: “Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados” (Hb 2:18).


O sofrimento de Jesus fala do seu propósito de formar a Família de Deus. Jesus morreu e ressuscitou para formar um povo santo, a sua Igreja, a Família de Deus, uma grande família onde somos todos irmãos. Isso deve nos levar a viver em unidade, lançar fora o orgulho, perdoar, e a amar de verdade aos irmãos.


Jesus, após àqueles momentos de agonia no Getsêmani foi traído por Judas, e entregue para ser julgado, crucificado e sepultado após a sua morte. Mas ao terceiro dia Jesus ressuscitou vitorioso e triunfante. Ele venceu! Jesus venceu porque não retrocedeu diante do sofrimento. Assim, Jesus nos deixou o seu exemplo, pois assim também, nós podemos vencer, podemos viver vitoriosamente em todas as circunstâncias da vida pela graça de Deus.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Como ser uma pessoa melhor... e transformada

Vivemos num mundo marcado pelo egoísmo e individualismo das pessoas. Cada vez menos se vê boas ações em prol do próximo. A educação e a gentileza parecem que são coisas do passado. Basta sair às ruas para notar esta verdade. Vemos pessoas que brigam pela vaga do estacionamento. Jovens que não se levantam de seu assento no ônibus para dar lugar aos mais velhos. Pessoas que atropelam umas às outras para entrar no trem. Porcalhões sem educação que jogam todo tipo de lixo na rua, desde papeis de bala, palitos de sorvete e latinhas de refrigerante, até poltronas inteiras dentro de rios ou em terrenos baldios. Imagine como deve ser a casa dessas pessoas!

Todas estas atitudes são vergonhosas e só prejudicam a nós mesmos. Sem falar daquelas pessoas de má índole que gostam de levar vantagem em tudo, mesmo que seja à custa do prejuízo dos outros. É o caso daquele que sente um prazer íntimo por ter recebido troco a mais do caixa da padaria e pensa que devolver o dinheiro é coisa de “bobo”. O nosso mundo está cheio de pessoas assim. O centro da corrupção não está em “Brasília”, mas está no coração das pessoas! Quantos têm sido lesados por golpes de espertalhões que se aproveitam da sua boa fé? Já ouvimos tantas histórias de gente que foi enganada, roubada e ludibriada por pessoas de mau caráter que se fossemos contá-las daria um livro inteiro de oitocentas páginas.

Mas em meio a tudo isso, há também muitas pessoas honestas, de bem, que se preocupam com seu próximo e gostam de fazer o que é certo. Essas pessoas são como um oásis no mundo em que vivemos. Mas a grande questão é que sempre temos algo a melhorar em nosso comportamento, tanto para com as pessoas, quanto para com o mundo em que vivemos. Todos os dias Deus nos dá oportunidades de ajudar e servir as pessoas. Muitas vezes deixamos escapar estas oportunidades. A Palavra de Deus nos ensina: “Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo” (Pv 3:27).

Acima de tudo isso, porém, está o fato que não importa o quanto façamos o bem ou melhoremos como pessoa, pois sempre continuaremos dependendo da graça de Deus para sermos transformados em uma pessoa melhor a cada dia. O que quero dizer é que, aquele que procura ser uma pessoa melhor sem a ajuda de Deus pode conseguir algum avanço, mas não com a mesma intensidade e poder se fizesse isso entregando sua vida a Jesus Cristo. Uma real transformação de vida somente pode ocorrer em quem teve um encontro pessoal com Jesus. O apóstolo Paulo diz que “quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo” (II Co 5:17).

É nesse ponto que quero chegar. Ser uma pessoa melhor é até possível, digamos, para aquele que não se importa com Deus. Pessoas que não andam com Deus melhoram como pessoas lendo livros de auto-ajuda, acatando a bons conselhos, e até mesmo por pertencer a uma religião qualquer (pertencer a uma religião não significa ter relacionamento com Deus). Mas somente Jesus pode transformar o homem numa nova pessoa! Há uma grande diferença entre melhorar e ser transformado. Nem tudo que melhora significa que foi transformado. Até o dinheiro pode melhorar a vida de alguém. Mas trazer transformação à pessoa, só Jesus pode fazê-lo. Somente Deus pode transformar verdadeiramente o coração, a mente, a alma e o caráter do homem. Mais ninguém pode fazer isso, nem o dinheiro, nem a religião, nem o escritor campeão de vendas em livros de auto-ajuda, nem mesmo o esforço humano que despreza o Criador em seu coração. 

Muitos não conseguem serem livres de pecados e maus hábitos, embora tentem com grande esforço, mas sem sucesso, pois somente o poder de Deus pode transformá-las. O mesmo Paulo declarou que o Evangelho “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1:16). Isso nada tem a ver com pertencer a uma religião ou ter fé em algum santo ou divindade, pois nenhuma religião ou outro deus pode fazer no coração das pessoas aquilo que somente o único e verdadeiro Deus pode realizar. Estou falando de relacionamento com Deus. Esse relacionamento com Deus transforma nosso viver, nos conduz de volta ao plano que o Senhor traçou originalmente para o homem, e transforma o mundo em que vivemos num lugar melhor. A transformação da nossa sociedade somente ocorrerá por meio não de pessoas simplesmente melhores, mas transformadas pelo poder de Deus.